Mutilação Genital Feminina
Mutilação Genital Feminina
8 de Março de 2010, Dia Internacional da Mulher
Data Início: 2010-03-08
Data Fim: 2010-03-08
A Mutilação Genital Feminina (MGF) é um atentado aos direitos humanos das mulheres de todas as idades, religiões e culturas, estimando-se que afecte 3 milhões de mulheres e crianças, todos os anos, cerca de 8000 raparigas por dia.
Também denominada excisão ou circuncisão feminina, a MGF compreende todos os procedimentos envolvidos na remoção total ou parcial dos órgãos genitais externos femininos, por razões não médicas, é muito comum em diversos países africanos, bem como nalguns países da Ásia.
Esta prática viola:
- o direito à integridade física e mental
- o direito à saúde
- o direito de ser livre
- os direitos das crianças
- e, em muitos casos, o direito à vida…
Actualmente, verifica-se uma prática crescente da MGF entre comunidades habitantes nos países europeus, incluindo Portugal. Com vista à manutenção das suas tradições, as mães submetem as filhas a esta prática, sem anestesia, no ritual de passagem à vida adulta.
Estima-se que 500 000 raparigas e mulheres europeias vivam com as consequências da mutilação a que foram submetidas. No entanto, apesar da brutalidade deste costume, um Estudo da Amnistia Internacional revela que apenas 13% dos médicos e enfermeiros têm conhecimento da prática da MGF em Portugal.
Ajuda a diminuir este número!
Também denominada excisão ou circuncisão feminina, a MGF compreende todos os procedimentos envolvidos na remoção total ou parcial dos órgãos genitais externos femininos, por razões não médicas, é muito comum em diversos países africanos, bem como nalguns países da Ásia.
Esta prática viola:
- o direito à integridade física e mental
- o direito à saúde
- o direito de ser livre
- os direitos das crianças
- e, em muitos casos, o direito à vida…
Actualmente, verifica-se uma prática crescente da MGF entre comunidades habitantes nos países europeus, incluindo Portugal. Com vista à manutenção das suas tradições, as mães submetem as filhas a esta prática, sem anestesia, no ritual de passagem à vida adulta.
Estima-se que 500 000 raparigas e mulheres europeias vivam com as consequências da mutilação a que foram submetidas. No entanto, apesar da brutalidade deste costume, um Estudo da Amnistia Internacional revela que apenas 13% dos médicos e enfermeiros têm conhecimento da prática da MGF em Portugal.
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